Resenha: A Guerra da Rainha Vermelha (Prince of Fools) - Mark Lawrence

Olá, meu povo!

Que saudade que estava de postar por aqui. O lançamento de Inversivo tem me ocupado muito, mas achei um tempinho no meio desse vendaval (não há outra palavra para descrever HAHAHA) para indicar a vocês um livro incrível!

Título: A Guerra da Rainha Vermelha (Prince of Fools)
Autor: Mark Lawrence
Editora: DarkSide Books
Ano da publicação: 2017

A Guerra da Rainha Vermelha (Prince of Fools) - Mark Lawrence - resenha - darksidebooks


Como todo mundo já sabe, eu sou A Louca da Trilogia dos Espinhos. Vivo falando pra vocês lerem a saga e seguirei assim até alguma outra ser capaz de superar o TIROTEIO que foi Emperor Of Thorns (fiz resenha desse hino no blog).

Sedenta por respostas depois daquele BAILE, comecei a ler Prince Of Fools, que nada mais é do que o spin off da saga dos espinhos.

Nele, conheceremos Jalan Kendeth (Jal), neto da Rainha Vermelha e 11º na linha sucessória. A ínfima probabilidade dele herdar o trono real (até porque a Rainha já tem sua herdeira favorita) o torna um bon vivant - totalmente womanizer, endividado, mentiroso e viciado em apostas.

Contudo, após sofrer uma tentativa de assassinato por uma entidade que ele não compreende, Jal se vê obrigado a fugir da vida boa e do conforto de Vermillion, reino onde ele é tido como herói (ainda que, de fato, os acontecimentos que o nomearam dessa forma sejam totalmente aleatórios - nem ele sabe o que ele fez de tão glorioso na guerra que foi obrigado a ir, e eu ri muito disso), ao lado de Snorri, um guerreiro de origem viking, belo, imenso de grande, cheio de virtudes e totalmente o oposto do protagonista da saga.

E a bagunça começa aqui, meus amigos hahaha.

Aproveite o mundo enquanto puder, é o que eu digo. É uma filosofia bastante rasa para a vida, mas raso é o que eu tenho. Além do mais, o profundo pode acabar te afogando.

Ler esse livro foi maravilhoso. A escrita de Lawrence é aprimorada e se torna mais clara, mais cômica e descritiva na medida certa. 



O Império Destruído (pano de fundo da Trilogia dos Espinhos) continua nos seduzindo pelos mistérios de um período pós-apocalíptico/medieval, e muitos cenários e personagens da saga originária dialogam com Jal, o que eu achei incrível. Uma cena em particular tirou o meu fôlego, mas não vou dar spoiler. Se gostou da Trilogia dos Espinhos, eu lamento. Para saber, vocês terão que ler! (Risos malignos).

Adorei a diferença entre os protagonistas (Jal e Snorri), e amei assistir o quanto isso os ligava, os tornava amigos além de sobreviventes. 

Jal é um cara incrível. Safado, hedonista e medroso até os ossos, o príncipe de Vermillion tem uma autoestima invejável e o dom de nos fazer rir dele mesmo como nenhum outro protagonista que eu conheci. Ele é muito diferente do meu querido Jorg, da Trilogia dos Espinhos. Ainda assim, tão apaixonante quanto.

O final deixa um gancho delicioso para Liar's Key, o 2º livro da saga, e eu estou louca para começar a ler!

E vocês, conhecem a saga? Já leram?
Vamos conversar!

Resenha: #Acredite - Eliane Quintella

Olá, pessoas! Como estão?

Hoje vim trazer a resenha do livro #Acredite, da minha autora parceira Eliane Quintella.

Título: #Acredite
Autor: Eliane Quintella
Editora: Independente
Ano da publicação: 2019

#Acredite Eliane Quintella resenha

Neste livro, conheceremos uma terra distante, em que coexistem dois tipos de humanos: os Braites, seres mágicos com poderes incríveis, sempre coloridos e positivos, e os Lalulis, pessoas cheias de ressentimento e pessimismo, que não conseguem fazer uma mágica parecida com os seus "superiores".

Nossa protagonista Pam é uma Braite, e se apaixonou perdidamente por Raul, um Laluli. Toda vez que isso acontece, os Braites sempre se prejudicam, fragilizando seus poderes e sendo renegados aos de raça inferior. E a trajetória de Pam começa assim, disposta a fazer de tudo para vencer esse obstáculo para ficar ao lado do seu crush.

Minha impressão sobre a obra é que tudo é muito fofo, mas ao mesmo tempo muito sofrido pros personagens. Certamente voltada ao público infanto-juvenil, porém, me foi difícil ter conexão com o casal. Achei que o relacionamento começou rápido demais, que o amor era avassalador demais sem ter uma construção crível. 

Ainda assim, funciona muito bem para a faixa etária dos 12 aos 14 anos, porque a moral da obra é bem bonita, de união, inclusão e sobre acreditar no poder do amor.

A edição física é lindíssima, perfeita sem defeitos, e a escrita da autora me foi muito fácil e leve de ler. Gostei bastante deste ponto! 

Indico ao público infanto-juvenil, fãs de amores instantâneos e uma pitada de magia.

E vocês, já leram o livro? O que acharam?

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